Sunday, September 22, 2013


Sessão de Alto Nível
@ Jornal de Angola

 
“Participação de Angola

numa sessão de alto nível.”

É incrível,

para essas sessões

enviam sempre anões?


Conhecezu?
@ Jornal de Angola

Conhecezu?

É o ex-patrão do Zédu,

o urubu,

com os seus familiares,

o que matou angolanos aos milhares

para implantar a lei do fuzil:

em Angola iniciou a guerra civil

e fez com que a muitos lhes desse o badagaio

nos fuzilamentos do 27 de Maio.

O que tinha um tom de voz muito fanhoso,

na foto até parece ter sido bastante amoroso.

As fotografias muitas vezes confundem,

as aparências iludem.

Combate à pobreza tem verbas reforçadas
 
 
 
 
 

Dialogar Para Desenvolver
 
 

 

Saturday, September 21, 2013


 
 
@ Jornal de Angola
 
 
 
 
 
 
Menor detido hà nove dias em Luanda, sem culpa formada;
Rafael Marques descreve o horror por que passou nas mãos da polícia angolana
Exigida Abertura de processo contra polícias que torturam os manfestantes;
Sindicato deplora violência policial contra jornalistas angolanos;
Polícia espanca neto de Mendes de Carvalho;
Chivukuvuko impedido de visitar manifestantes torturados pela polícia;
ONG indignada com a repressão polícial em Luanda;
“As nossas vidas estão em perigo”, alerta jornalista angolano;
Activista denuncia detenções em Cabinda;
Regime angolano prende líder do Sindicato dos Professores;
...etc...
 
 
 


Esquisitófanes
Aristófanes dos Santos


Reconhecem este palhaço?

Ele é um enorme fracasso,

requesito necessário para ter a posição

de portavoz da Polícia da Repressão.

As ervas daninhas, infestantes,

valem-se deste tipo de seres não pensantes

para intimidarem os que forem da oposição,

temendo o fim da do Reigime da Corrupção.

Este paspalhão,

com um patetismo bizarro,

não é um polícia, é um escarro.

Êh pá


Êh pá,

é uma nojeira o que acontece por cá:

os sobas do Cabritismo, gente bossal,

designam os cangaceiros ao serviço do MPLA

por Polícial Nacional.

É por isso que eu não fico admirado

por o Zédu ainda não estar enjaulado

e por os Kopelicas, os Pailamas e outros chacais,

pelos serviços que têm prestado,

não terem as suas residências oficiais,

em celas de Instituições Prisionais

do Estado.